O melhor do jornalismo
Existem algumas profissões que são cercadas de um certo misticismo, que parecem ter características próprias que são herdadas por seus profissionais.
Exemplos do cotidiano evidenciam esse pensamento: “Todo médico tem letra feia.”, “Todo advogado é desonesto.”.
Dentre esses “consensos”, existe aquele de que o jornalista não erra. O jornalista é sempre aquela pessoa séria, focada na notícia, concentrada (principalmente quando falamos de jornalismo televisivo).
Mas, como diria aquela frase mais que manjada: “Toda regra tem sua exceção.” (mas já que toda regra tem exceção, então, a exceção faz parte da regra, deixa pra lá).
Aí segue um vídeo que mostra que eles também são passíveis de erro:
Falo “mermo”
Não há nada mais legal na vida do que ser espontâneo. Falar o que se pensa em qualquer ocasião, para qualquer pessoa, em qualquer lugar, sem ter medo de ser mal interpretado ou de sofrer represálias.
A espontaneidade é uma atitude que pode ser encarada de duas formas: ou vão achar que a pessoa é afoita demais e, às vezes, fala as coisas sem pensar, sem fazer uma maior reflexão, ou vão considerar que ela fala realmente o que pensa e quer passar a imagem de “inocente” para não sofrer nenhum tipo de retaliação posteriormente.
Não sei em qual grupo se enquadra esse jogador do Goiás, só sei que ele falou “mermo”.
Sinceridade é tudo.