O Ultimato Bourne
Eu tinha pensado em fazer um texto comparando O Ultimato Bourne com Duro de Matar 4.0, mas desisti. A única coisa em comum entre os dois é que são ambos de ação. Além do mais, o final da trilogia de Robert Ludlum é bom demais pra receber qualquer tipo de comparação demérita.
Eu sou chato, mas não chego ao ponto daqueles idiotas que preenchem o saco dizendo que trilogias não prestam porque só são feitas pra ganhar mais dinheiro com uma idéia que fez sucesso. Quando gosto de um filme fico bastante empolgado com a possibilidade de uma continuação, mesmo que não seja a altura do original (o que geralmente não são), mas postergar uma coisa boa é sempre legal. Sem contar que não é essa a intenção no referido caso. A trilogia Bourne já existia antes (em livros) do 1º filme ser feito.
O mais novo filme do grande Lá ele! Damon é sensacional. Tem um clima onipresente de ação. Já começa com o pau comendo, e segue assim até a ultima cena, não pára um só instante. Haja fôlego!
Se você não viu os dois primeiros filmes, deixe de ser besta, corra pra locadora e pegue A Identidade e a Supremacia (Bourne, claro). Vale muito a pena. A história é ótima. E é claro que você só vai conhecê-la por completo vendo os três filmes, ou lendo os três livros.
Outra coisa interessante, é que ainda dá pra fazer um spin-off da trilogia. Travel the world with Jason Bourne. Ele viaja o mundo todinho, ida e volta! =P
Até passaporte brasileiro ele usa!
Então pronto, vá logo ver essa porra desse filme que é bom pra caralho!

Lá ele! Damon
A nossa vida de blogueiro
Ter um blog é legal, você quando faz um texto não precisar estar completamente conectado com todas as regras da escrita, pelo menos no que tange a linguagem.
Geralmente se usa tom mais informal, uma linguagem mais usual, casual, conotativa. Mesmo com tudo isso, não devemos privar o nosso leitor de informações coerentes e corretas. Não se deve confundir esse jeito meio moleque de escrever, com falta de conteúdo ou até mesmo informações equívocadas.
Dia desses, eu estava lendo num blog uma crítica sobre o filme baseado no romance homônimo de Eça de Queirós, Primo Basílio. O cara vinha falando sobre várias técnicas de filmagem, numa linguagem bem estruturada, levando o texto dele bastante a sério, mas ele comenteu um grande erro, escreveu que o Primo Basílio era um romance romântico, apesar da linguagem bem imposta, foi um erro grave.
Primo Basílio é um romance Realista, como todos escritos por Eça de Queirós, que nesse próprio romance critica e muito a sociedade burguesa e o Romantismo na figura de Luísa uma das protagonistas do livro.
Eça de Queirós nunca teve uma fase romântica, ao contrário do meu querido escritor Machado de Assis que foi romântico e virou realista.
Espero que o dono desse blog aprenda a lição e nos seus próximos textos apresente informações verdadeiras e não o coloque o nome da classe, dos blogueiros, na lama.
Estaremos atentos.