Os Simpsons – O Filme
Dia desses eu conversava com Bruno acerca de uma técnica bastante usada por mim aqui no blog. Começar um texto falando sobre alguma coisa que aparentemente não tem muito a ver com o tema central do post.
Pra quem nunca notou, essa técnica é usada sempre nos episódios da série animada mais duradoura da história da televisão mundial, Os Simpsons.
Eu sou fã d’os Simpsons há 20 anos (eu sei que a série só tem 18 temporadas)! Homer é um ídolo pra mim e um exemplo para todas as gerações das últimas décadas. =P
Foi com muita alegria e empolgação que recebi a notícia sobre o lançamento de um filme da série. Portanto, com grande entusiasmo assisti ao resultado.
Muito tem se falado que o filme nada mais é que um episódio ordinário só que com, mais ou menos, 1h30m de duração. Porra, e vocês queriam mais o quê?! A fórmula é aprovadíssima há anos, faz um sucesso tremendo. Pra que arriscar inovar e terminar fazendo um Shrek Terceiro da vida?! Esse povo chato me preenche os pacová!
O filme é sensacional, de mijar de tanto rir, principalmente com o deus(!) Homer. Quem é fã da série, vai ficar feliz da vida e querendo mais. Recomendado é pouco. Os Simpsons – O filme é matéria obrigatória pra todos.
By the way, pra os apressadinhos de plantão, não saiam até os créditos terminarem. Meg (sim, o bebezinho mesmo) fala uma coisa importantíssima depois das letrinhas subirem.

Porco-aranha, porco-aranha…
O Ultimato Bourne
Eu tinha pensado em fazer um texto comparando O Ultimato Bourne com Duro de Matar 4.0, mas desisti. A única coisa em comum entre os dois é que são ambos de ação. Além do mais, o final da trilogia de Robert Ludlum é bom demais pra receber qualquer tipo de comparação demérita.
Eu sou chato, mas não chego ao ponto daqueles idiotas que preenchem o saco dizendo que trilogias não prestam porque só são feitas pra ganhar mais dinheiro com uma idéia que fez sucesso. Quando gosto de um filme fico bastante empolgado com a possibilidade de uma continuação, mesmo que não seja a altura do original (o que geralmente não são), mas postergar uma coisa boa é sempre legal. Sem contar que não é essa a intenção no referido caso. A trilogia Bourne já existia antes (em livros) do 1º filme ser feito.
O mais novo filme do grande Lá ele! Damon é sensacional. Tem um clima onipresente de ação. Já começa com o pau comendo, e segue assim até a ultima cena, não pára um só instante. Haja fôlego!
Se você não viu os dois primeiros filmes, deixe de ser besta, corra pra locadora e pegue A Identidade e a Supremacia (Bourne, claro). Vale muito a pena. A história é ótima. E é claro que você só vai conhecê-la por completo vendo os três filmes, ou lendo os três livros.
Outra coisa interessante, é que ainda dá pra fazer um spin-off da trilogia. Travel the world with Jason Bourne. Ele viaja o mundo todinho, ida e volta! =P
Até passaporte brasileiro ele usa!
Então pronto, vá logo ver essa porra desse filme que é bom pra caralho!

Lá ele! Damon
A nossa vida de blogueiro
Ter um blog é legal, você quando faz um texto não precisar estar completamente conectado com todas as regras da escrita, pelo menos no que tange a linguagem.
Geralmente se usa tom mais informal, uma linguagem mais usual, casual, conotativa. Mesmo com tudo isso, não devemos privar o nosso leitor de informações coerentes e corretas. Não se deve confundir esse jeito meio moleque de escrever, com falta de conteúdo ou até mesmo informações equívocadas.
Dia desses, eu estava lendo num blog uma crítica sobre o filme baseado no romance homônimo de Eça de Queirós, Primo Basílio. O cara vinha falando sobre várias técnicas de filmagem, numa linguagem bem estruturada, levando o texto dele bastante a sério, mas ele comenteu um grande erro, escreveu que o Primo Basílio era um romance romântico, apesar da linguagem bem imposta, foi um erro grave.
Primo Basílio é um romance Realista, como todos escritos por Eça de Queirós, que nesse próprio romance critica e muito a sociedade burguesa e o Romantismo na figura de Luísa uma das protagonistas do livro.
Eça de Queirós nunca teve uma fase romântica, ao contrário do meu querido escritor Machado de Assis que foi romântico e virou realista.
Espero que o dono desse blog aprenda a lição e nos seus próximos textos apresente informações verdadeiras e não o coloque o nome da classe, dos blogueiros, na lama.
Estaremos atentos.
Ser ou não ser
Parece que o Sr. Smith tá meio devagar. Um dia desses a outra ponta do nó perguntou o que ele tava achando de uma certa coisa que ela deu pra ele (calma pessoal, não é nada disso que vocês estão pensando) e ele não deu uma resposta adequada para o momento.
Disse pra mim que ela não gostava de homem romântico e isso fez com que eu pensasse no assunto. Será que mulher não gosta de homem romântico? Eu acho que mulher gosta sim de homem romântico, o cara não pode ser otário, babão, mas tem que ser romântico (não o tempo todo).
Como assim? Tem horas que o cara tem que ser homem, ser firme, ser seguro, dar uma de José Mayer mesmo. Eu acho que o equilíbrio é muito interessante, não ser assim muito romântico “será que eu posso selar esse encontro noturno com um ósculo?”, nem muito machão “vem cá gostosa que eu quero beijar essa sua boca”. Tem que ter o meio termo, mediante a situação, é claro.
Espero que o Sr. Smith aprenda essa lição e saiba o momento certo de encarnar o papel de romântico ou de dar uma de machão.
Idéias que prestam responde
Bem amigos do Idéias que prestam, estamos de volta em definitivo depois de um tempo de abandono. Acontece que meu tempo livre vem rareando, Lucas tem se preocupado demais com coisas que não deve. E quanto a Bruno, Lucas e eu estamos com uma forte suspeita de que ele morreu. Tomara que estejamos certos, só assim ele justifica não ter escrito nada esse tempo todo.
É o seguinte, não tive tempo de ver os filmes que estrearam ontem. Tentarei vê-los esse final de semana e comenta-los-ei assim que possível for.
Vamos então a parte mais legal do blog: comentar os comentários. =P
- Vyctor Maia, o apaixonado por Bruno. E aí, rolou alguma coisa?
- Rapaz, aquela “interpretação” da letra de Carvão fez o maior sucesso. Mais coisas vêm por aí.
- Cissa, não sabia que você era tão velha ao ponto de lembrar de um desenho (Transformers) que eu não lembro. Tá sangue no zóio, hein?
- Rapaz, esse casal do Sr. e Sra. Smith deu foi o que falar, viu? Tem gente que jura que sabe quem são. Será mesmo?!
- Srta. Ísis disse que achou o filme Quebra de Confiança “clichezinho”. Pra quem não sabe, o filme não é nem baseado, é o retrato fiel de uma história real. Chamar de cliché a vida de alguém é algo, no mínimo, arrogante. Paciência…
Bom, é isso. Qualquer coisa, gritem.
Os baianos são os melhores
Eu torço pelo Vitória, sou baiano e torço por um time baiano.
É impressionante como no Nordeste, uma região subjugada pela mídia sulista, existam tantas pessoas que torçam para times de fora do seu estado. Essa é uma questão de personalidade e não meramente futebolística.
Se alguém aqui for pra Sergipe ou Alagoas, só vai encontrar pessoas que torçam pra times cariocas ou de São Paulo. Agora vá alguém para o Rio procurar um ser humano (só um) que torça para um time sergipano ou alagoano. É mais fácil você ganhar 10 vezes seguidas na Mega Sena ou encontrar Liv Tyler só de calcinha na sua cama (meu Deus!) do que você achar.
Falta ao povo nordestino a mesma presença de espírito dos paranaenses e gaúchos. Lá o pessoal valoriza suas tradições, seus ideais e não se vendem a qualquer propaganda.
Aqui na Bahia isso é um pouco diferente, com algumas exceções, basicamente ou torcem pelo Vitória ou pelo desencarnado.
Essa superioridade da Bahia no que tange a personalidade e influência cultural se mostra também de outras formas. Aqui temos nomes importantes na literatura brasileira e por que não dizer mundial, como Jorge Amado, Castro Alves. Artistas renomados na música, como Caetano Veloso, Gilberto Gil. Pessoas que influenciavam e continuam ajudando a conduzir o rumo da cultura desse país.
Pai, mãe, amo vocês
Ramon me deu um livro, Quincas Borba de Machado de Assis. Eu adoro Machado de Assis, inclusive já escrevi um texto sobre ele nesse blog. Uma das coisas mais tristes desse país é a falta de leitura.
Meu pai fez assinatura da Disney para mim quando eu era criança, depois ele comprou vários livros da série Bom Livro. São romances dos mais diferentes autores e movimentos literários. Minha mãe me forçava a ler esses romances e sempre pedia para ao final de cada capítulo eu dar o resumo a ela. Eu tinha 10 anos na época, não gostava de fazer isso, mas minha mãe tinha métodos bastante persuasivos e eu acabava fazendo.
Hoje em dia gosto muito de ler romances, reportagens, tudo. Obrigado pai, mãe. Quando as pessoas decidem ler, elas lêem mal. Harry Potter, os livros de Paulo Coelho, nada disso presta, aliás presta como um incentivo para leituras melhores e não merecem o título de “Livro de minha vida” ou “Livro de cabeceira”.
Num país que tem Machado de Assis, Clarice Lispector, Jorge Amado como seus principais autores, ler um livro de uma mulher que só vai ter uma obra na vida ou de um cara que separa o sujeito do verbo com vírgula é no mínimo perda de tempo.
Pérolas do cinema
Eu sou cinéfilo. O que mais me atrai na 7ª arte é a capacidade dela de cativar das mais diferentes formas, de nos brindar com as mais extraordinárias maravilhas, mesmo que nem sempre elas sejam tão maravilhosas assim.
Estava cá eu navegando pelos mares da internet, quando encontrei no Jacaré Banguela um vídeo com uma compilação dos piores filmes já feitos. É simplesmente sensacional.
Como quase tudo no YouTube, está em inglês, mas aí vai o “roteiro”:
- Pior cena de morte: Enter the ninja (notem a cara de “fazer o quê, né?” da vítima)
- Pior cena “espetacular”: filme indiano deconhecido (pra quê lembrar o nome dessa merda?)
- Pior reação: Troll 2
- Pior atuação de todos os tempos: Silent Night, Deadly night 2 (impressionante como se faz continuação dessas coisas)
- Pior fala de todos os tempos: Shark Attack 3; “Que tal a gente ir pra sua casa e eu comer sua boceta?” (foi literalmente isso que ele falou)
- Pior cena com efeitos de computação gráfica: Shark Attack 3 (sempre ele)
Aí vai:
Vou sonhar com esse tubarão
Perda de Identidade
Terça foi o meu aniversário, fiz 20 anos. Alguns amigos vieram aqui em casa, juntamente com algumas pessoas da minha família. Um desses amigos teve que dormir aqui em casa, já que o ônibus que ele pega, não passou (também já era muito tarde). Esse amigo é um dos integrantes do blog e gosta muito de um banda que eu também gostava. Eu gostava tanto dessa banda, que os dois shows que eu fui na minha vida, foram deles. Um no Festival de Verão e outro na Concha Acústica. Acho que algumas pessoas já descobriram de qual grupo eu estou falando. Sim, é dos Los Hermanos.
Eles tinham um som bem legal, os shows (pelo menos os que eu vi) eram bons, a única coisa que me incomoda neles (apesar de não ser propriamente neles) são os fãs. Não falo aqui de todos os fãs e sim daqueles malucos, que levam tudo muito a sério. Sabe aquele tipo de gente que tem sempre uma teoria da conspiração guardada o bolso, que se veste igual aos caras, que acham que a única banda que presta no mundo, é a que eles curtem? Pra esse tipo de gente a expressão “variedade musical” não existe, as bandas que eles gostam são todas iguais, todas têm o mesmo ritmo musical, usam as mesmas expressões.
A maioria desses fãs seguem a linha “Revoltados contra o sistema”, “Universitários cabeça”, “Pessoas alternativas”, parecem que não vivem em um mundo normal, acham que o estilo de roupa fala por si só e na maioria das vezes não têm nenhum discurso definido, só querem ser do contra, contestam por contestar, são os “rebeldes sem causa”.
Espero que essas pessoas vejam a luz e percebam que a banda acabou, mas isso não faz com que as suas músicas percam a importância (já que são muito boas), eu mesmo continuarei ouvindo as músicas e sei que não precisarei sair por ai vestido que nem Amarante, ou tendo que ostentar a barba que todos eles usavam. Sou fã por que gosto da banda e não preciso perder a minha identidade por causa disso.
Escorregando Para a Glória
Semana que vem, teremos dois mega-fucking lançamentos no cinema: O Ultimato Bourne e Os Simpsons, o filme. Na minha humilde e singela opinião, seria mais legal se estreasse um hoje e o outro sexta que vem, mas aí não é comigo. O problema é que o principal lançamento da semana ficou, de última hora, com Escorregando Para a Glória. Pelo menos não foi Mimzy – A Chave do Universo (deusmedefenda!).
Não é que o filme seja ruim, é que você tem que ser muito fã do Will Ferrell e ter muita boa vontade pra sair satisfeito do cinema. Como eu preencho os dois requisitos, posso dizer que não perdi meu tempo.
Chazz Michael Michaels (Will Ferrell) e Jimmy MacElroy (Jon Heder) são rivais na patinação no gelo até que a morte os separem. Um dia, eles empatam em 1º lugar num torneio, brigam (saem na mão mesmo) por conta disso e são banidos do esporte. Depois de uns anos, descobrem que podem voltar a competir se formarem uma dupla. E aí a putaria tá formada.
O filme não é, de todo, mau. Tem umas cenas em que quase me mijei de rir. Mas fica sempre aquela sensação de que vai decolar… e nada. Vale assistir por dois motivos: Will Ferrell, que é hilário (o Saturday Night Live perdeu muito com as saídas dele e da Tina Fey, que é a única mulher que me fez achar uma cicatriz enorme, no meio da cara, bonita), e Jenna Fisher, por quem me apaixonei desde a 1ª vez que vi The Office.
Bom, é melhor quardar o dinheiro e ver as estreias da semana que vem. Mas o filme é legalzinho, cumpre sua função, fazer rir. Mas tem horas que é melhor ficar em casa e ver o filme do Pelé. =P
Aonde!!!
Passeava eu por aí, quando vejo a seguinte notícia.
Rapaz, no dia em que Jessica Biel ficar feia, pode procurar no jornal lá que você vai encontrar notícias como: “Nevasca no inferno”; “Negão vencedor do Nobel”; “40ºC na Sibéria”. Ou seja, nunca!
Essa matéria só pode ser coisa de mulher invejosa. Onde já se viu dizer um absurdo desses?!
Jessica Biel faz parte do meu top 5:
- Scarlett Johansson (A mulher!)
- Evangeline Lilly (A coisinha mais nhui desse mundo)
- Jessica Biel
- Jessica Alba
- Jessica Simpson
P.S.: Não tem nada a ver, pessoal. Foi só coincidência.
Revelando segredos
Estou confuso. Não vou falar dos meus problemas pessoais aqui no blog (apesar de realmente estar confuso com algumas coisas. =P). É que não sei pra qual tema dou um enfoque maior nesse post, visto que tenho alguns para tratar.
É o seguinte, pra começar, existe uma coisa chamada de “Teoria dos seis graus de separação” e ela diz que uma pessoa pode estar conectada a qualquer outra por uma rede de no máximo cinco amigos intermediários. Portanto, por favor, se você conhecer alguém que conhece alguém, que conhece alguém, que conhece alguém, que conhece alguém, que conhece Scarlett Johansson, peloamordonossosenhorjesuscristo, me apresente. =P

Tem coisa mais linda nesse mundo?
Scarlett Johansson é a mulher mais linda que jamais existiu na história de toda a humanidade, oh my fucking god! Um minuto na presença daquela deusa, já valeria toda a minha conturbada existência nesse mundo.
Bom, esse foi um dos temas. Outro é que um nerd, rei do photoshop e que passa o dia inteiro navegando na internet com uma mão só (sabe-se lá o que ele faz com a outra), realizou um sonho meu: tirou a roupa de Scarlett. Tá bom, ele não comeu a “mulher mais sexy viva”. Pegou uma foto dela, e retirou a blusa através do programa de edição de imagens. Não colocou mamilos, fez os peitos mais zarolhos e disformes que já vi, mas, pô, tecnicamente o cara tirou a roupa dela, merece seu crédito.
Aí vai o vídeo da façanha:
Outra coisa é que as mulheres precisam entender é como funciona a cabeça (de cima) dos homens em relação a nudez feminina (menos a de Bruno, esse pensa igualzinho a mulher, nunca vi!).
A nudez exerce um fascínio sobre nós. Vocês não tem noção de como é maravilhosa a sensação de tirar, pela 1ª vez a roupa de uma mulher. E com cada mulher que você despe pela 1ª vez isso se repete. Você se sente o mais afortunado dos homens (depende de que mulher você está despindo também, claro). Ver aquela coisinha linda deixando você “revelar o maior dos seus segredos” é qualquer coisa de esplêndido!
Portanto, meninas, se vocês estiverem lá com um rapaz e no exato momento em que ele estiver “revelando seus segredos”, você notar um sorriso bobo na face dele, releve e entenda. Somente o que vem a seguir faz a gente se sentir melhor do que isso. =P
É sobre o orkut, pessoal, leiam.
Venho, através dessas mal traçadas linhas, falar que eu não tô mais na putaria, na descaração, na sem-vegonhice e na sodomia sobre um assunto que rendeu bastante aqui no blog: orkut.
Dias atrás, meu amiguinho Bruno mudou um pouco de abordagem, foi “popular” e escreveu sobre o que o povo gosta. Foi o maior sucesso. O post ficou entre os mais vistos do wordpress e o nosso blog entre os melhores. Até hoje ele não percebeu que não ser pernóstico faz mais “sucesso”. Até segunda ordem, quem gosta de não fazer sucesso aqui sou eu! =P
Eu assumo: sou chato e nostálgico. Mas dessa vez eu tenho razão (como se eu não tivesse sempre). No início de 2004, pouco depois do orkut ser criado, fui convidado pelo meu amigo Diego “Louco” Barreto para fazer parte do, hoje, famigerado site de relacionamentos.
Na época, quase ninguém sabia uadarréu era orkut. E isso era ótimo. Pouca gente, bem selecionado, absolutamente ninguém ixkrevia axxim, não tinha spam. Quando eu convidava alguém, junto com o e-mail mandava o aviso: olha lá quem você vai convidar, isso vale ouro. Pra vocês terem uma idéia, se vendia convite para o orkut no mercado livre!!!
Ter 200 amigos era pra muito poucos. Quando eu entrei, tinha um pouco mais de um milhão e meio de pessoas. Praticamente uma sociedade secreta. Tinha gente que achava que dentro do site se discutia como os membros dominariam o mundo, é sério. Esses caras da “teoria da conspiração” são hilários! Até o presente momento são 65.684.182 entre fakes, duplicatas e perfis de “moderador” que virou moda, aliás, que viadagem isso!
Outras “modinhas” igualmente ridículas surgiram ao longo dos anos. Apagar scraps é a mais difundida delas. Mal sabem os bobões que existem sites em que os “Brunos da vida” cadastram o seu (é o seu mesmo espertão) perfil e simplesmente salvam todos os scraps recebidos por você. Ou seja, “perdeu, pai. Já era!”.
Isso sem contar as coisas legais que existiam. Quem era famoso e tinha perfil, recebia uma “medalhinha” pra comprovar sua autenticidade. Algum de vocês já foi “preso” no orkut? Sabem o que é isso? Eu já fui. No lugar da sua foto aparecia uma imagem com a sombra de alguém atrás das grades. Você não podia participar nem postar em comunidades, mandar nem receber scraps. Até hoje não se sabe porque isso nem o critério pra prender alguém, mas que era legal, isso era!
Olha, se eu for começar a falar o quanto era melhor antes o orkut, vai ter que fechar o blog só pra mim. =P
O importante é que hoje o orkut está uma bagunça! Virou coisa de adolescente no auge de seus 15 anos e cada vez mais gente “enjoa”. Mas pra quem gosta, paciência, né? Gosto é que nem cu, cada um tem o seu.
Agora vai, essa porra!
Existe uma técnica milenar que está sendo muito utilizada nesse blog. Consiste em falarmos de algumas pessoas (duas em especial) sem que elas percebam. Ela andou lendo alguns textos (um em particular) e não entendeu muita coisa. Se eu for autorizado, explico tudo agora, se isso não acontecer, continuarei com essas mensagens enigmáticas.
A repercussão do primeiro texto sobre essa dupla foi muito grande. Muita gente quis saber de quem se tratava (até gente que eu não conheço e nem os dois). Poucas pessoas descobriram, é claro que eu não vou dizer quem. Os comentários com palpites foram apagados para que ninguém desconfiasse, as especulações continuam, mas a margem de acerto caiu bastante.
Espero que ela descubra dessa vez que é dela que eu estou falando (espero que ela leia o meu texto, apesar de achá-los chatos) e possa, quem sabe, dar uma chance ao bobão. Ele está se esforçando, tá ligando, conversando no msn, embora seja difícil encontrá-la.
Não pensem que é um daqueles “amores impossíveis”, é algo que já poderia (deveria) ter acontecido, mas por causa de um daqueles contratempos do destino, está pendente.
Essa ajuda vem da minha pessoa, sem nenhum tipo de influência externa.
Da próxima vez, fique em casa.
Baaaad Roboooooot!
Eu tenho assinatura da Veja. Todo domingo de manhã, quando ela chega aqui, eu a folheio, até o final, sem ler absolutamente nada além de títulos e legendas. Quando ela chega a sua última página, aí sim eu começo a ler. Sempre pela coluna de Diogo Mainardi. Não leio nada antes. É sempre assim, sempre leio a revista de trás pra frente.
Essa é apenas uma das minhas 8888 manias incontroláveis e sagradas. Outra delas é ver seriados.
Pois é, não é que eu simplesmente goste de series de tv, eu tenho um verdadeiro vício por elas. Os seriados que eu não acompanho é porque nunca vi. Se eu vir um episódio só (não precisa nem ser o Pilot), fatalmente vou gostar. Por isso me mantenho longe do que não vejo. Não tenho tempo pra mais nenhum na minha vida!
Tenho certeza que se vir uma só vez Eva Longoria de lingerie em Desperate Housewives, não conseguirei mais parar de ver.
Outras eu deixei de acompanhar. 24h era uma excelente idéia. Pra uma só temporada. Não tem nem mais graça vê-lo salvar o mundo sempre em exatas 24h.
Já House, eu planejo acompanhar. O problema é que já se foram 4 temporadas, muito trabalho ver tudo em “uma enfiada só”.
É uma pena o Brasil não ter essa “cultura” de séries de tv. São muito mais interessantes do que as malditas novelas (menos as de Carlos Lombardi.
)
A Globo compra os maiores sucessos, mas não tem o mínimo respeito por eles. Uma tremenda burrice. Esse é um mercado que movimenta milhões no mundo inteiro. Criar o hábito de ver séries (de verdade, não essas bostas de Diarista, Grande Família, dentre outras). E a colocação das mesmas em horários de gente seria ótimo, resolveria de vez o problema de audiência de certos programas. Fazer o quê, se eu tenho mais visão do que quem é pago pra tê-la?
O SBT não tem força pra criar esse hábito, e também não é muito melhor em questão de respeito que a Globo.
Pra quem gosta de séries e tem que se sujeitar a isso, eu recomendo tv por assinatura. Mas aí já caímos em outros problemas. Eu teria que recomendar um curso de inglês também, as legendas são um orifício retal! Além de termos de esperar meses depois da exibição lá fora pra podermos vê-los aqui.
É, rapaz, ver Lost, Prison Break, Heroes, Dexter, Nip/Tuck, Two and a Half Men, Grey’s Anatomy, ER, The Office, My Name Is Earl, Shark, fora os que não lembrei, não é fácil não. Mas não tem problema, eu ainda consigo meu Green Card. =P